quinta-feira, 17 de novembro de 2016

a novelística portuguesa -- I: 4,6-5


11. Eça de Queirós, São Cristóvão (póstumo, 1911) - 4,8
10. Hélia Correia, Lillias Fraser (2001) -5
9. Bruno Vieira Amaral, As Primeiras Coisas (2013) - 5
8. Ana Margarida de Carvalho, Que Importa a Fúria do Mar (2013) - 5
7. Ferreira de Castro, A Tempestade (1940) - 4,6
6. Ferreira de Castro, A Missão (1954) - 5
5. Ferreira de Castro, A Lã e a Neve (1947) - 5
4. João de Melo, Gente Feliz com Lágrimas (1988) - 5
3. Orlando da Costa, O Signo da Ira (1961) - 5
2. Ferreira de Castro, Emigrantes (1928) - 5
1. Manuel Tiago, Cinco Dias, Cinco Noites (1975) - 5

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

do conto português




6. Natália Nunes, «A mosca verde», A Mosca Verde e Outros Contos (1959):
«Não sabia como, mas o que é certo é que o petiz fora desencantar aquilo ao fundo do armário.»


5. Miguel Barbosa, «O patrão», Retalhos da Vida (1955):
«Desviei-me demasiadamente tarde.»

4. Mário Dionísio, «O corte das raízes», O Dia Cinzento (1944):
«Nada melhor do que essa lufada de ar fresco quando transpunha a porta da casa e se encontrava enfim na rua.»

3. Maria Archer, «Narcisa», A Primeira Vítima do Diabo (1954):
«O quadro da tragédia é a paisagem beirã, colinas debruadas de cunhais em cujos côncavos se aninha a agricultura pobre da região.»

2. Sophia de Mello Breyner Andresen, «O jantar do bispo», Contos Exemplares (1962):
«Era uma casa grande, branca e antiga.»

1. Sarah Adamopoulos, «Sozinha no cemitério», A Vida Alcatifada (1997):
«A infância mantinha-a viva.»

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

da reportagem portuguesa

1. Fialho de Almeida, «Alexandre Herculano», Figuras de Destaque (póstumo, 1924): 
«Chego a Santarém pelas 11 horas da manhã.»



quinta-feira, 20 de outubro de 2016

A novelística portuguesa - II: 4-4,5

17. Manuel da Silva Ramos, Café Montalto (2002) - 4,5
16. Fernando Assis Pacheco, Trabalhos e Paixões de Benito Prada (1993) - 4,4
15. Luís Almeida Martins, Viva Cartago (1984) - 4,1
14. Almada Negreiros, Nome de Guerra (1938 [1925]) - 4,5
13. Baptista-Bastos, Cão Velho Entre Flores (1974) - 4,5
12. Miguel Real, As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2010) - 4,0
11. Carlos de Oliveira, Alcateia (1944) - 4,4
10. Clara Pinto Correia, Adeus, Princesa (1985) - 4,5
9. António Pedro, Apenas uma Narrativa (1942) - 4,4
8. Carlos de Oliveira, Uma Abelha na Chuva (1953) - 4,5
7. Vergílio Ferreira, Manhã Submersa (1954) - 4,5
6. Nuno Bragança, A Noite e o Riso (1969) - 4,5
5. Soeiro Pereira Gomes, Esteiros (1942) - 4,5
4. Carlos Malheiro Dias, Paixão de Maria do Céu (1902) - 4,3
3. Hélia Correia, O Número dos Vivos (1982) - 4,3
2. Romeu Correia, Calamento (1950) - 4,0
1. Paulo Castilho, Fora de Horas (1989) - 4,3


sábado, 1 de outubro de 2016

fui às compras

8 Sonetos de Nunes Claro, Sintra, Câmara Municipal [1965].
Capitais da Solidão, de Rui Pires Cabral, Vila Real, Teatro de Vila Real, 2006.
Livros Proibidos, de Domingos Monteiro, Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, 1974.
Máximas e Mínimas do Barão de Itararé, edição de Afonso Félix de Sousa, 2.^ed., Rio de Janeiro, Record, 1986
Meridianos Críticos (Segunda Série), de Manuel Anselmo, Lisboa, Portugália Editora, 1950.
Muito, Menos, de Rui Almeida, Lajes do Pico, Companhia das Ilhas, 2016.
Quiçe Mi Lá Buche, de António Miranda, Lisboa, Tea For One, 2015.
Soeiro Pereira Gomes e o Futuro do Realismo em Portugal, de Álvaro Pina, Lisboa, Editorial Caminho, 1977.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

A novelística portuguesa - IV: 1-2,9

13. Lídia Jorge, Os Memoráveis (2014) - 2,7
12. Filomena Cabral, Em Demanda da Europa (1997) - 1,5
11. Mário Zambujal, Primeiro as Senhoras (2006) - 2,5
10. Carlos Querido, A Redenção das Águas (2013) - 2,7
9. Maria Manuel Viana, Teoria dos Limites (2014) - 2,7
8. António Alçada Baptista, O Riso de Deus (1994) - 1,2
7. Ferreira de Castro, Criminoso por Ambição (1916) - 2,0
6. Miguel Barbosa, Anatomia de um Sonho (2008) - 1,5
5. Guedes de Amorim, Aldeia das Águias (1939) - 1,5
4. Sarah Beirão, Triunfo (s.d.) - 2,9
3- António Manuel Venda, O que Entra nos Livros (2007) - 2,5
2. Rosa Lobato de Faria, A Alma Trocada (2007) - 2,7
1. Bento da Cruz, Filhas de Loth (1967) - 2,9

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

se o Lebesgue o escreveu...

Dentre os muitos e bons lusófilos que a França nos deu, Philéas Lebesgue é certamente um dos maiores, e também dos mais persistentes. Basta dizer que a sua colaboração no Mercure de France se prolongou por mais de cinquenta anos (1896-1951...). Há quase uma década, em 2007,  Madalena Carretero Cruz e Liberto Cruz prestaram um grande serviço à cultura portuguesa, traduzindo e organizando essa vasta colaboração -- quase 700 páginas com letra em corpo 10.
Além da competência crítica, o que mais surpreende, no final do século XIX, é a completíssima informação que Lebesgue tem do movimento editorial português.
Passarei a visitar essa colaboração no que concerne a alguns nomes que mais me interessam (ver barra lateral), e até alguns que me interessam menos.
Philéas Lebesgue, Portugal no Mercure de France -- Aspectos Literários, Artísticos, Sociais de Fins do Séc. XIX a Meados do Séc. XX, edição e tradução de Madalena Carretero Cruz e Liberto Cruz, Lisboa, Roma Editora, 2007.